quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Mais uma manobra do Governo adia a votação do Piso salarial do ACS e ACE


A continuação da votação da regulamentação do piso salarial dos Agentes de Saúde e Agentes de Endemias foi prejudicada na noite de hoje, 23/10, em virtude do Partido dos Trabalhadores - PT, do PMDB e do PP terem orientado a obstrução da sessão e pela ausência de deputados da base do governo, o que levou a não dá quórum.

Atenção ACS e ACE , partidos responsáveis pela não votação do Piso Salarial da categoria São eles: PMDB, PT e PP

lembre-se deles nas próximas eleições.



Votação do Projeto de Lei 7495/06, que fixa o piso nacional para os agentes comunitários de saúde de combate a endemias, com jornada de 40 horas semanais


Fonte: Raimundo Gomes de Matos

2 comentários:

  1. Que vergonha Presidente Henrique Eduardo Alves ( PMDB) você propor adiar!!!!!
    Por um instante acreditei no Senhor hoje a tarde, esperava mais. Nossa classe não é de acreditar que o Governo quer nos ajudar. Será que estão pensando nos milhares de famílias representadas por estas classes.
    Não recebemos nada perto dos milhões gastos só nas verbas com a casa "Câmara". Esse valor base que esperávamos ter direito pode trazer um pouco mais de reconhecimento de vocês. Afinal nossa classe move o Programa de Saúde das Famílias "PSF", se ninguém sabe, as informações que alimentam o sistema sai das visitas diárias feitas debaixo de sol e chuva, somos abordados de segunda a sexta nos itinerários que percorremos e nos finais de semana, nas Igrejas, sacolões, supermercado, padarias e outros. Não paramos de trabalhar por todos e uma votação dessa granditude para nos "ACS e ACE" dura mais de 7 anos e vocês já no segundo mandato continuam sem pensar nesses PROFISSIONAIS. Que não ROUBA e NÃO DENIGRE A IMAGEM DE VOCÊS POLÍTICOS nas visitas, PENSEM quantos lares são visitados TODOS os DIAS, DIAS, DIAS.... estou decepcionado

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  2. Eu estava lá e me senti humilhada. Não queremos elogios hipócritas. Queremos o direito de morar no município em que moramos sem ter que ficarmos a aluguéis caríssimos por não poder sair da área de abrangência da unidade, queremos reconhecimento financeiro para a economia que proporcionamos aos cofres públicos. Queremos respeito e ser reconhecidos como profissionais.

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