sexta-feira, 29 de abril de 2016

Servidores da educação e agentes de saúde protestam em Campo Grande

Votação de projeto de lei de reajuste salarial foi adiada pelo Legislativo.
Prefeitura encaminhou para Câmara proposta de aumento de 2,79%


Cerca de 100 pessoas entre professores da Rede Municipal de Educação (Reme) e agentes comunitários de saúde fizeram uma manifestação na manhã desta sexta-feira (29), em frente à prefeitura de Campo Grande. As duas categorias estão em greve na capital.

A votação do projeto de lei de reajuste dos servidores municipais foi adiada para a próxima semana. A prefeitura encaminhou à Câmara de Vereadores proposta de aumento de 2,79%. Para professores e agentes de saúde, há propostas específicas.


Proposta
O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), manteve o índice de 2,79% de reajuste para os servidores municipais e professores da Reme. Os projetos foram enviados para a Câmara Municipal na quarta-feira (27). O presidente do Sindicato dos Servidores (Sisem), Marcos Tabosa, disse que agora o diálogo será com os vereadores.

“Nós vamos discutir com a Câmara. Os vereadores devem auxiliar os servidores. A luta é o bolsa alimentação, produtividade SUS”, afirmou o presidente.

Além dos servidores, para os professores da Reme também foi definido o mesmo percentual para os professores da Reme que vão paralisar a partir de segunda-feira (2).

Segundo a prefeitura, o percentual foi baseado na inflação do período de 1º de janeiro a 31 de março de 2016, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei 9.504/97, que regula o período eleitoral.

Porém, o presidente do Sindicatos Campo-grandense dos Profissionais em Educação (ACP), Lucílio Souza Nobre, disse que a categoria cobra o cumprimento da lei do piso nacional que neste ano foi fechado em 11,36%. Além disso, o prefeito não repassou o reajuste de 2015 que foi de 13,01%.


Do G1 MS com informações da TV Morena

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