quarta-feira, 29 de junho de 2016

Agentes de saúde protestam contra o parcelamento de parte do 13º salário

Agentes comunitários de saúde, paralisação, protesto, parcelamento do 13º, Amapá, Macapá (Foto: Jorge Abreu/G1)
Agentes comunitários de saúde protestaram na Praça da
Bandeira, em Macapá (Foto: Jorge Abreu/G1)

Manifesto cobra também o repasse de recurso de benefício.
Ato ocorreu nesta quarta-feira (29), na Praça da Bandeira, em Macapá.

Do G1 AP

Agentes comunitários de saúde paralisaram as atividades nesta quarta-feira (29) em protesto à possibilidade de pagamento em quatro vezes da primeira parcela do 13º salário dos servidores públicos de Macapá. O ato ocorreu na Praça da Bandeira, no Centro da capital.

Os trabalhadores cobram também o repasse de recurso do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (PMAQ), que tem a finalidade de incentivar gestores e equipes a melhorarem a qualidade dos serviços de saúde.



Presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários, Jó Pereira (Foto: Jorge Abreu/G1)Presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários,
Jó Pereira (Foto: Jorge Abreu/G1)
De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários, Jó Pereira, caso a categoria não tenha resposta da prefeitura sobre as reivindicações, os trabalhadores vão iniciar uma greve.

“A gente está pautando duas reivindicações, uma é contra o parcelamento do 13º salário, que não está certo, mas já foi pré-anunciado, e outra é em relação ao PMAQ, que não tem data de pagamento. Vamos nos reunir novamente com a prefeitura de Macapá, mas caso não tenhamos respotas sobre nossa situação, vamos deflagrar uma greve dos trabalhadores", reforçou Pereira.


Agentes comunitários de saúde, paralisação, protesto, parcelamento do 13º, Amapá, Macapá (Foto: Jorge Abreu/G1)Agente comunitário de saúde Adelson Monteiro
(Foto: Jorge Abreu/G1)
O agente de saúde Adelson Monteiro, de 42 anos, pediu compromisso da prefeitura em relação ao pagamento do 13º salário. Ele disse que paga a faculdade dos filhos e se programou para quitar as contas com o dinheiro extra.

“Nós temos nossas dívidas, nossos compromissos, e outras tarefas que precisam do dinheiro do nosso trabalho. O salário integral é pouco e se for parcelado não vai ser possível a utilidade em pagamentos que foram planejados”, disse o agente.




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