sábado, 22 de outubro de 2016

Agentes de saúde intensificam trabalho no combate ao Aedes aegypti

O LIRAa está sendo realizado nas sete regiões de Campo Grande
O LIRAa está sendo realizado nas sete regiões
de Campo Grande / 
Divulgação/PMCG
Fonte:http://www.acritica.net/

Agentes Municipais de Saúde da Prefeitura de Campo Grande continuam com os trabalhos de combate aos criadouros do Aedes Aegypti, também é o transmissor do Zika vírus, que pode causar a microcefalia, e do vírus causador da febre chikungunya. Paralelamente a estes trabalhos os agentes estão fazendo o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa).

O diretor da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), Alcides Ferreira destaca a vantagem do levantamento do LIRAa. “Com estes levantamentos nós identificamos os criadouros predominantes e a situação de infestação do município. Com os dados em mãos podemos direcionar as ações e controlar as áreas mais criticas e infectadas pelo mosquito. A previsão é que na próxima semana tenhamos em mãos o relatório do LIRAa”.

O LIRAa está sendo realizado pelos profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), nas sete regiões de Campo Grande. O supervisor de área da Sesau Abelardo de Freitas está com a equipe de agentes de saúde atuando nos bairros Universitário, Betaville, Santo Eugênio, Sitioca e bairros Rouxinóis. “O LIRAa é uma determinação do Ministério da Saúde para prevenção das doenças. Cada região tem uma equipe que é comandada por um supervisor de área”.

Para o supervisor de área da Sesau, Abelardo Freitas o trabalho mecânicos de eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti consistem na verificação e eliminação de recipientes com águas, verificação de vasos de plantas, garrafas pets, casca de ovo, casca de caramujo, folhas de bananeiras, tampa de tanque de lavar roupas pneus de automóvel e de bicicletas. “Tudo que acumula água pode ser transformado em criadouro. Os moradores podem verificar estes itens e colaborar diariamente ou semanalmente neste trabalho que é para o bem de todos” completa Abelardo.

A agente de saúde Ivete Gonçalves disse que muitas vezes os agentes encontram dificuldades para entrar nos imóveis e fazer as vistorias. “Nós somos identificados, com uniforme e crachá. Estamos fazendo nosso trabalho para ajudar combates a dengue. Sendo assim, contamos com o apoio dos moradores para fazer os serviços da saúde. Para se ter uma ideia um foco não eliminado pode servir de criadouro e o mosquito pode transmitir doenças no raio de 100 metros. Dependendo se estiver ventando o mosquito pode ir mais longe”, comentou Ivete.

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