segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Ministério Público faz operação contra fraude na fila do SUS em SC

Esquema para "fidelização de eleitores" ocorria no Hospital Celso Ramos.
Pelo menos cinco agentes públicos estão envolvidos, segundo o MPSC.


Agentes estiveram na Câmara de Vereadores de São João Batista - Divulgação/Portal VipSocial/ND
Agentes estiveram na Câmara de Vereadores de
São João Batista - Divulgação/Portal VipSocial/ND
Do G1 SC


Oito mandados de prisão temporária foram expedidos nesta segunda-feira (24) na Grande Florianópolis em uma operação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) que visa combater um suposto esquema de fraude na fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS) para realização de exames de ressonância e tomografia.

De acordo com o Ministério Público estadual (MPSC), pelo menos cinco agentes públicos integrariam o esquema que, na maior parte dos casos, ocorria no Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis.


A suspeita é que "para obter vantagem política futura, pela fidelização de eleitores", os envolvidos manipulavam o sistema de consulta e procedimentos médicos em um "sofisticado esquema paralelo e escuso".

Conforme o Gaeco, ainda nesta segunda foram também expedidos na operação batizada como "Ressonância" três mandados de condução coercitva e 19 de busca e apreensão.

Eles devem ser cumpridos nas cidades de Forianópolis, Palhoça, Biguaçu, São João Batista e Major Gercino. Até as 11h30, o MPSC não tinha a relação de mandandos cumpridos.

Os crimes apurados são falsidade ideológica, inserção de dados falsos nos sistemas de informação, corrupção passiva e crimes eleitorais.



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