sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Tecnologia auxiliará agentes de endemias


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A coleta de dados dos Agentes de Combate a Endemias (ACE) em Ipatinga passará a ser informatizada, ainda este ano. O anúncio da implementação do sistema foi feito pela secretária de Saúde, Kátia Barbalho, durante a primeira capacitação contra febre amarela para mais de 80 profissionais ACE’s, realizada na última terça-feira (7), no auditório do Hospital Municipal. 

A nova proposta de trabalho, que deve ser operacionalizada ainda neste semestre, pretende munir cada um dos Agentes de Combate a Endemias com um tablet, cujo sistema permite a informatização, em tempo real, das atividades realizadas para o controle de zoonoses. O instrumento tecnológico ajudará na agilização de tomada de decisões, tornando as ações resolutivas mais eficientes.


Saulo de Tarso, Agente de Combate a Endemias, avaliou a importância de iniciativas como essa para o exercício de suas atividades no campo: “Quanto mais informação, formação e recursos nós tivermos, melhor será o trabalho de orientação às pessoas nos bairros”, acredita.



Durante o encontro de capacitação realizado na terça-feira, os profissionais foram atualizados sobre a febre amarela, com palestra da médica infectologista Carmelinda Lobato. A bióloga Mardeildes Benfica falou sobre Vigilância em Epizootias (morte de macacos relacionada com a doença).

A vacinação é a única maneira de se imunizar contra a febre amarela. As Unidades de Saúde do município continuam com as salas de vacinas abertas à população, a partir das 8h, de segunda a sexta-feira. Atualmente, mais de 105 mil pessoas estão vacinadas contra a doença. Mais de 120 mil doses já foram asseguradas pela administração municipal junto à Superintendência Regional de Saúde. Hoje, o município investiga 14 casos notificados da doença.

A Prefeitura de Ipatinga já realiza, em diversos bairros, mutirões de limpeza. A Secretaria de Saúde planeja promover um Dia “D” contra o mosquito Aedes Aegypti, quando serão realizadas ações educativas e de conscientização nas escolas, além da busca ativa em áreas de grande incidência do mosquito, apontadas pelo primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (Liraa).





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