terça-feira, 26 de setembro de 2017

Atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) não estão mais atreladas ao endereço dos pacientes

Conjunto de regras deve ampliar atendimentos, capacitar agentes comunitários e flexibilizar composição de equipes

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O novo texto da Política Nacional de Atenção Básica começou a valer na última sexta-feira (22) e traz diversas mudanças para ampliar os atendimentos e reforçar as equipes de profissionais.

A ideia é melhorar a assistência na Atenção Básica, que já soluciona 80% dos casos em que atua, o que desafoga os atendimentos da rede pública. A medida beneficia 1.787 municípios e representa cobertura de mais 22 milhões de pessoas na atenção básica.


Um dos benefícios à população é que os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) não estão mais atreladas ao endereço dos pacientes. Agora, os usuários podem se consultar em qualquer unidade. Isso foi possível com a implantação do prontuário eletrônico nas UBS.
Além disso, o plano prevê que agentes de 329 mil comunitários com certificado de técnicos de enfermagem terão mais funções, que não serão restritas ao combate a epidemias, mas também medir pressão, verificar glicemia e fazer curativos. A ação deve ampliar os atendimentos domiciliares.




















As equipes também foram flexibilizadas para atender às necessidades locais. Até três profissionais poderão atuar dentro do mesmo plantão de 40h para diversificar os atendimentos.

Outra prioridade é a oferta de todos os serviços considerados essenciais nas UBS, como pré-natal, acompanhamento de hipertensos e diabéticos, procedimentos cirúrgicos de pequena complexidade e aplicação de vacinas.

As prefeituras também podem pedir apoio federal para assegurar a Estratégia Saúde da Família (ESF), que determina a composição com médico, enfermeiro, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS).

A Atenção Básica é prioridade para o Ministério da Saúde, cuja previsão de orçamento até o fim deste ano é de R$ 19,1 bilhões, um aumento de 10,4% na comparação com o ano passado.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde




7 comentários:

  1. E pra que um ACS tem que fazer um curso de tecnico de enfermagem...qual atribuição ele terá que cumprir? 2 funções com salario minimo ...e justo?e os técnicos de enfermagem fazem o que? Parem de encher linguiça e reforcem os investimentos em prevenção de doenças...

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  2. Guarapari-ES tem aproximadamente 20 unidades saúde mas só 2 tem prontuário eletrônico.

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  3. Boa noite, o ministério da saúde vai mandar um salário a mais, pelas novas atribuições? Porque o caro ministro da saúde não passa a receber o que um ACS recebe!

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    1. Acho até cômico se não fosse trágico. Acs agora é burro de carga, querem nos entupir de atribuições diferenciadas e o salário Oooohhhhhhh.....👎

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  4. Se nós trabalharmos como técnico ganharemos como eles e mais o nosso? Porque já fazemos dez vezes o q devíamos e continuamos ganhando o mesmo. O q mais falta agora? Fala sério...., Aumento de salário nem pensar né...

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  5. Esse aumento de investimento é pras emendas dos deputados aliados mandarem aos municípios e fazer sua campanha ... acooorrdaaa povo

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  6. cada dia atribue mais uma função, só não aumenta a remuneração do ACS. tem ACS que também é tecnico de enfermagem sim, mas, isso não significa que esse ACS quer exercer a profissão de graçã prara o governo. O que esses profissionais quer mesmo é reconhecimento e reajuste pelo trabalho prestado em desvio de função quando precisamos fazer esse trabalho de tecnico sendo nos apenas ACS

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