quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Anvisa lança nova edição de manual para transporte de sangue no País

No transporte, deve-se levar em conta o risco de infecção do trabalhador
No transporte, deve-se levar em conta o risco
 de infecção do trabalhador

Foto: Venilton Küchler/Governo do Paraná
Publicação traz orientações básicas sobre classificação, embalagem, rotulagem e procedimentos regulatórios para o transporte de sangue e hemocomponentes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou a segunda edição do Manual de Vigilância Sanitária para o Transporte de Sangue e Componentes no âmbito da Hemoterapia.

No manual, são encontradas orientações básicas sobre classificação, embalagem, rotulagem e procedimentos regulatórios para o transporte de sangue e hemocomponentes. Além disso, a publicação traz orientações gerais para o procedimento de solicitação de autorização interestadual de sangue e componentes no território nacional.


As orientações aplicam-se ao transportador, ao destinatário e aos demais atores envolvidos no processo de transporte de sangue e componentes no âmbito do ciclo do sangue.

A publicação contribuirá também para que os agentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) possam contar com mais uma referência técnica que os auxilie a desempenhar suas funções frente ao risco sanitário.

Riscos iminentes

"O transporte é um dos pontos críticos de controle no ciclo do sangue. Falhas neste processo, como, por exemplo, amostras de sangue e/ou hemocomponentes com alterações na temperatura e no tempo padronizado de transporte, podem acarretar erro da análise laboratorial, produtos biológicos contaminados ou deteriorados e perda da qualidade, interferindo de forma negativa na terapêutica do paciente”, alerta João Batista Silva Júnior, gerente de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos (GSTCO), da Anvisa.

Batista destaca que, em se tratando de material biológico, deve-se também levar em conta o risco de infecção do trabalhador, a possibilidade de contato com pessoas durante o trânsito, bem como a contaminação do ambiente em situações de avaria.

A reedição do manual foi um trabalho conjunto entre áreas da Anvisa, das Vigilâncias Sanitárias locais, com colaboração técnica do Ministério da Saúde, serviços de hemoterapia e agências reguladoras ligadas ao transporte.

O manual baseia-se nos requisitos definidos pela RDC 20/2014, que regula as atividades de transporte de material biológico sob a ótica da vigilância sanitária, estabelecendo regras para que os serviços cumpram os requisitos definidos pela legislação brasileira.

Fonte: Portal Brasil, com informações da  Anvisa



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