sexta-feira, 18 de maio de 2018

Sem reajuste, agentes de endemias de Maceió decidem entrar em greve

Servidores alegam que salários estão "congelados" há cinco anos e cobram reajuste de 15%, além de melhores condições de trabalho
Em assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (18), os agentes de endemias de Maceió - que trabalham no controle de doenças como dengue, leishmaniose e malária - decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado. Eles cobram 15% de reajustesalarial, além de melhores condições de trabalho. 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde de Alagoas (Sindsaúde/AL), Maurício Sarmento, a categoria deliberou pela paralisação até que a Prefeitura de Maceió apresente uma proposta à categoria.


"A categoria deliberou pela greve hoje pela manhã. Com isso, já estamos comunicando a nossa decisão às autoridades e, assim, cumprindo o que determina a legislação. Na quinta-feira, um novo ato deve ser realizando à porta do antigo prédio da Secretaria de Finanças de Maceió", expôs Sarmento.

O presidente do sindicato argumenta que os 15% pleiteados dizem respeito "às perdas que se arrastam desde o início da gestão do prefeito Rui Palmeira". Segundo o líder sindical, dados oficiais apontam que o percentual defendido pelos agentes corresponde exatamente ao período em que os trabalhadores não tiveram ganho real. 




















Já na próxima segunda-feira (21), os servidores públicos municipais vão se reunir para uma assembleia com indicativo de greve, após o Município acenar a impossibilidade de reajustar o salário do funcionalismo. Em nota, A Secretaria Municipal de Gestão (Semge) informou que está analisando a capacidade financeira do Município para buscar atender as reivindicações dos servidores municipais sem comprometer a pontualidade do pagamento da folha salarial.

"A Semge reforça que segue com a mesa de negociações aberta para dialogar com os servidores".





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